Pedro Araujo e fans com compositora da banda Batidão

Na foto Pedro Araujo junto e fans junto com Manú compositora da Banda Batidão.

Bem Vindos a minha pagina oficial.

''Olá caros internautas bem vindos a minha pagina oficial. Aqui todos vocês irão ficar sempre informados sobre tudo que acontece pelos bastidores, a pagina conta com uma equipe de acessores que estarão sempre atualizando colocando informações como agenda,programações e muinto mais a todos vocês um abraço.'' Pedro Araujo.

O que mudou no Brasil com a Proclamação da República?

Especialistas relembram lutas e conquistas que marcaram a queda do Império no país.

Mais que um feriado prolongado, o próximo dia 15 é uma data histórica e marcada por grandes lutas. Um acontecimento que reflete diretamente no que o Brasil é hoje.

“A Proclamação da República foi um golpe militar que ocorreu no dia 15 de novembro de 1889, como reação imediata à nomeação de Gaspar da Silveira Marins como chefe de gabinete de governo”, resume o doutor em História e professor da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), Paulo Pinheiro Machado. O especialista destaca ainda que o episódio ocorreu em meio a um forte desgaste entre o Império e os grandes proprietários rurais, descontentes com a criação da Lei Áurea de 1888 (libertação dos escravos).



Proclamação foi a separação formal entre a Igreja e o Estado. (Foto: Divulgação)
De acordo com Pinheiro, as principais mudanças do Brasil pós-proclamação da República foram a separação formal entre a Igreja e o Estado, a secularização dos cemitérios, que passaram a ser administrados pelos municípios, a instituição do ensino laico (desvinculado da educação religiosa) e do casamento civil. “Houve um processo de descentralização política, consolidado pela Constituição de 1891, de criação de uma federação, sendo que os Estados membros possuíam alto grau de autonomia. No plano eleitoral, foi instituído o voto universal. Nem tão universal assim, já que era só masculino e apenas aos alfabetizados, ou seja, uma minoria da população na época”, acrescenta.

O que fica nas entrelinhas dessas páginas da história brasileira, são as cenas de guerras e conflitos. “Os livros escolares são muito resumidos. Pouco tratam de conflitos de grandes proporções que ocorreram nos Estados mais periféricos como o movimento de Canudos, do Contestado, os conflitos em torno das Salvações de Hermes da Fonseca, a Guerra Federalista e as lutas sociais urbanas”, salienta.

Realidade hereditária

A realidade política em que estamos inseridos é herança dos fatos desta época, ainda de acordo com o especialista. “O sistema político em vigor, com todos os méritos e problemas, é resultado de uma longa experiência política que intercalou longos períodos de ditadura. Existe um clima de legalidade, de garantia de direitos que é resultado dessas lutas”, conclui.

fonte: correio do povo

Atenção Jornal Lingua Grande o seu anonimato vai ser por pouco tempo

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Em discurso na Câmara, Flávio Dino apresenta desafios para o governo Dilma

Ao ocupar a tribuna da Câmara na tarde desta quinta-feira, o deputado federal Flávio Dino disse que seu partido o PCdoB “considera fundamental administrar as flutuações de câmbio com a finalidade de alcançar uma taxa capaz de evitar a chamada desindustrialização”.Na opinião do parlamentar maranhense, enfrentar a guerra cambial deverá ser uma das prioridades do governo de Dilma Roussef.

Entre outras medidas, o deputado defendeu o estabelecimento de limites para a entrada e saída de dólares do país, além da redução da taxa de juros a patamares similares ou médios dos demais países emergentes. São medidas essenciais para evitar que o Brasil acabe sendo um atrativo especial para o capital especulativo.
“Sustentamos que é necessário incentivar o uso de outras moedas que não o dólar nas relações comerciais, assim como defendemos que o fundo soberano do Brasil seja utilizado contra a volatilidade cambial”, afirmou.

Segundo ele, o enfrentamento da guerra cambial está entre as prioridades programáticas, políticas e administrativas defendidas pelo partido neste momento de transição entre os governos Lula e Dilma.

Flávio Dino disse, ainda, que outra prioridade defendida pelo seu partido e classificada por ele de programática diz respeito à conclusão da votação do marco legal do pré-sal tal como foi aprovado na Câmara dos Deputados, já que no Senado houve alterações. O parlamentar desatacou ser necessário concluir a votação dessa matéria ainda neste ano “pela importância que tem para o ciclo de crescimento econômico com distribuição de riqueza”.

O parlamentar enfatizou ainda que o próximo governo deverá dar continuidade à política de aumento real do salário mínimo, bem como discutir a redução da jornada de trabalho para 40h. Flávio entende que para que haja desenvolvimento para todos, é necessário que haja distribuição de riqueza. “É impossível distribuir riqueza sem a valorização do trabalho humano”, pontuou.

Na opinião de Flávio Dino, o novo governo também deverá dar atenção especial para as áreas da saúde e da segurança pública, adotando medidas emergenciais, quando necessário, e planejando imediatamente medidas futuras. O parlamentar voltou a defender a necessidade do término da votação da PEC n° 300 considerada por ele de “grande relevância para os profissionais da segurança pública”. Flávio concluiu o seu discurso defendendo que o governo Dilma seja apoiado na força do povo e que de fato transforme a esperança em realidade.

Analistas apontam principais erros da campanha de Serra

Especialistas também criticaram demora de Serra em iniciar campanha
O candidato tucano à Presidência José Serra falhou em sua campanha ao não se posicionar claramente como opositor ao presidente Lula e ao fazer promessas que contrariavam o rigor fiscal, segundo analistas ouvidos pela BBC Brasil.

Os especialistas também citaram, entre o que consideram os principais erros da campanha do tucano, a demora de Serra em lançar-se candidato e a sua insistência em abordar temas morais e religiosos durante a disputa com Dilma Rousseff, do PT.
Para Pedro Bahia, cientista político da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Serra cometeu um grave erro ao "criar o conceito do pós-Lula", apresentando-se como um candidato que daria continuidade ao governo atual.

"Se é para ser continuidade, a tendência é que o eleitor vote em quem o Lula indicar. Se queria ganhar, Serra tinha de se assumir como opositor", diz Bahia.
Plebiscito
Consultor em Marketing Político, Carlos Manhanelli concorda e diz que o tucano deveria ter se apresentado "como alguém que resolveria os problemas que Lula deixou".
"Serra deixou o PT transformar a eleição num plebiscito de aprovação ao governo Lula, e o clima de plebiscito favorece quem está no poder".

Ele diz ainda que o tucano demorou para sair às ruas - lançou sua candidatura em abril deste ano e só começou a viajar pelo país em campanha em julho.
Neste domingo, o senador e presidente do PSDB, Sérgio Guerra, defendeu que o partido lance seu próximo candidato à Presidência com dois anos de antecedência, em 2012.
Aumento do salário mínimo

Para a cientista política da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar) Maria do Socorro Sousa Braga, a principal falha da campanha foi a defesa de propostas como o aumento do salário mínimo e a criação de uma 13ª parcela para quem recebe o Bolsa Família.
"Essa estratégia gerou descontentamento justamente nos setores que votam nele: a classe média tradicional, que é quem pagaria a conta das medidas. Foi um tiro no pé", diz Braga.

A professora de ciências políticas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Helcimara Telles avalia que, além de afastar eleitores, as promessas de Serra alijaram o mercado.
Ela também acha que, ao trazer para o debate questões morais, Serra permitiu que o PT atraísse setores que ainda não estavam participando da campanha, como os intelectuais.

Telles diz ainda que os esforços da campanha tucana em apresentar Dilma como uma mulher sem atributos pessoais para presidir o país tiveram um "efeito bumerangue".
Rumos do PSDB
Embora divirjam sobre o impacto dos resultados deste pleito para o PSDB, a maioria dos analistas consultados pela BBC Brasil considera que o partido terá de se reformular.

Para Carlos Manhanelli, o partido terá de "formar novas lideranças com discurso de oposição". Ele crê que, por causa da idade (68 anos), Serra dificilmente poderá disputar a próxima corrida presidencial.

Helcimara Telles avalia que o PSDB terá de optar por uma das alternativas para manter sua influência: "ou se assume como um novo partido de direita - e as eleições mostram que há espaço para a direita no Brasil -, ou se refaz, já que disputar o posto de partido de centro-esquerda com o PT se provou inviável".
Aécio e Alckmin
Apesar da conquista de oito governos estaduais, Pedro Bahia crê que o partido sai das eleições enfraquecido no plano nacional, com a perda de cadeiras no Senado e na Câmara.
Ele acredita que Aécio Neves, ex-governador de Minas Gerais e senador eleito, desponta como a principal liderança da oposição no governo Dilma, mas não crê que o mineiro vá continuar no PSDB devido a disputas internas.

Para Maria do Socorro Sousa Braga, caso prossiga na sigla, Aécio terá de disputar a liderança do PSDB com o governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin, "que também sai fortalecido desta eleição".
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